Era assim que eu ia falar e convidar.
Nem vi. Mas vi outras coisas mais, sabe?
[...]
Daquelas coisas que sempre existiram, mas que acordam só agora
Ou
Daquelas que nem existem mas ainda assim acordam (?)
Num é?
Pode ser
.
Desculpa se fiz pensar, se ofuscou o olhar, se o piscar fez reluzir o... sei lá. Se é se, né?
Mas não precisa preocupar,
Me disseram.
É tudo bem tranquilo, na verdade.
Eu sei porque não sei. E é gostoso o não-saber num degradê de sabores e cores.
Nem faz sentido, né?
Aqui, sim.
sábado, 27 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
visto as carapuças que me cabem
Hoje fui até a superfície, e quando levantei, foi bom sentir o vento lambendo minha cabeça!
Eu senti o bom de.
Vi a leveza que mora onde não há porquê se preocupar e, só, voei como quem não tem destino, mas sabe onde quer chegar.
E flutuo por aí fazendo samba da minha solidão, que agora penso:
?solitude?
No contexto da minha profundidade terrestre, sei que não posso me apegar tanto assim ao que me pousa na palma da mão, então me convido a ao dobrar uma esquina
.olhar para o outro lado mesmo que sendo contramão.
Eu, de carne-osso-e-alma, sei que o que me instiga é essa capacidade humana de abarcar nos braços o que nos faz pulsar o coração.
.
.
.
(sou daqueles seres pra livre interpretação)
Eu senti o bom de.
Vi a leveza que mora onde não há porquê se preocupar e, só, voei como quem não tem destino, mas sabe onde quer chegar.
E flutuo por aí fazendo samba da minha solidão, que agora penso:
?solitude?
No contexto da minha profundidade terrestre, sei que não posso me apegar tanto assim ao que me pousa na palma da mão, então me convido a ao dobrar uma esquina
.olhar para o outro lado mesmo que sendo contramão.
Eu, de carne-osso-e-alma, sei que o que me instiga é essa capacidade humana de abarcar nos braços o que nos faz pulsar o coração.
.
.
.
(sou daqueles seres pra livre interpretação)
terça-feira, 16 de junho de 2015
desabafo de uma ameba
fúria. raiva. aaaa. sensação. de. se. falar. entre. pontos. e. pausas. infindas. enquanto. a. vida. segue. rápida. e. finda.
o que é que tanto sufoca? olho para os lados e não sei pra onde corro. socorro?
as lágrimas me faltam, sim às vezes isso acontece, e quando acontece, me sinto vazia. cheia do que não se extravasa (?), nem entendo...
a calma é minha leal companheira. permaneço tão calma que me irrito.
porra.
queria o que grita! o que é zoada! o que fala com a verdade de quem diz!
mas não, deixa pra lá
deixa a poeira baixar
(mas ela nem subiu!!!!!!!!!!!!!!)
hahahahah rs
....
...
..
.
como são difíceis os seres humanos... uhhh
sigo
tudo já passou...
e eu me descabelei toda (rs)
atoa
sexta-feira, 12 de junho de 2015
insight
hoje lembrei
de um
.um.
- não que eu tenha esquecido,
mas hoje
lembrei
e fui invadida
por uma sensação
tão linda
de compreensão
que sorri
.narina aberta, espaço entre, florzinha no espaço e cuidado dentre.
e
mais
.
.
.
feliz por acreditar
no que acredito
e
me.dito
não existe errado caminho, pois o caminho se faz no enquanto caminhar
de um
.um.
- não que eu tenha esquecido,
mas hoje
lembrei
e fui invadida
por uma sensação
tão linda
de compreensão
que sorri
.narina aberta, espaço entre, florzinha no espaço e cuidado dentre.
e
mais
.
.
.
feliz por acreditar
no que acredito
e
me.dito
não existe errado caminho, pois o caminho se faz no enquanto caminhar
quarta-feira, 10 de junho de 2015
inventário
desencontro-me no momento do encontro. muito surreal essa vida, que se eu contasse, ninguém acreditaria.
tenho criado percussos impossíveis, e me perdido neles. mais vale uma viagem voando que duas na mão, num é isso? então...
retorno para passados e lugares em que nunca estive, mas vou com pés que conhecem o caminho.
.para o tempo
vento continua
e o transitar por um segundo esquece que precisa ir e vir
.atravesso a rua com os carros .em movimento., acho poético o momento.
(inebriada com a silhueta por entre tal luz-alta.)
tenho pensado e visto coisas tão bonitas que tem sido bom morar em meus delírios.
a imaginação é sábia do que faz e diz.
tal sensibilidade me chama. eu penso se vou e quando vejo,
já fui
tenho criado percussos impossíveis, e me perdido neles. mais vale uma viagem voando que duas na mão, num é isso? então...
retorno para passados e lugares em que nunca estive, mas vou com pés que conhecem o caminho.
.para o tempo
vento continua
e o transitar por um segundo esquece que precisa ir e vir
.atravesso a rua com os carros .em movimento., acho poético o momento.
(inebriada com a silhueta por entre tal luz-alta.)
tenho pensado e visto coisas tão bonitas que tem sido bom morar em meus delírios.
a imaginação é sábia do que faz e diz.
tal sensibilidade me chama. eu penso se vou e quando vejo,
já fui
domingo, 7 de junho de 2015
luz
já não é pra mim esse olhar
.descanso o peito.
.solto o ar.
(que tanto teima
em ofegar)
o vento sopra leve
ainda
a vida segue breve
e linda
as coisas passam por mim
num bater de asas
num piscar de olhos
e duram uma eternidade
tão bonita e curta
que eu desejaria ser
tudo aquilo que a poesia vê
somente pra poder ser
infinita
na minha finitude
.
enfim
já não dói tanto assim
saber que esse meditar
não é sobre mim
.
não desejo órbitas
ao meu redor
desejo o que é livre
de corpo e asa
e
isso
me
conduz
até onde
é
luz
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Não me use como argumento
Não sei existir só em dado momento
Tenho de ser toda
Pois assim é meu sentimento
Em casa se sente minha visão
Ao pousar nessa dimensão
Que é tão própria
Quanto a sonhada imensidão
Não me restam segredos
Nem medos
Minhas águas sabem bem
Por tudo que cedo
{Mas
De que adianta
Se eu(,) cedo
E o mundo:
Tarde demais
?}
Não sei existir só em dado momento
Tenho de ser toda
Pois assim é meu sentimento
Em casa se sente minha visão
Ao pousar nessa dimensão
Que é tão própria
Quanto a sonhada imensidão
Não me restam segredos
Nem medos
Minhas águas sabem bem
Por tudo que cedo
{Mas
De que adianta
Se eu(,) cedo
E o mundo:
Tarde demais
?}
terça-feira, 2 de junho de 2015
desejo
respiro fundo, prendo como se quisesse guardar algo dentro
e solto.
o que vejo enquanto pisco é...
inefável...... as palavras não conseguiriam...
e sinto e sento e ando e quando
tento lembrar desde onde
mas não encontro o início da linha
será que estou enlinhada no embaraço de tal fio?
desconfio:
.o começo e o fim serão sempre vizinhos
pisco fundo e respiro lentamente
uhhhh
saio de mim
desaprego-me de mim mesma por uns 3 segundos e quando volto, me sinto viva
o sentido é
.sensorial.
e solto.
o que vejo enquanto pisco é...
inefável...... as palavras não conseguiriam...
e sinto e sento e ando e quando
tento lembrar desde onde
mas não encontro o início da linha
será que estou enlinhada no embaraço de tal fio?
desconfio:
.o começo e o fim serão sempre vizinhos
pisco fundo e respiro lentamente
uhhhh
saio de mim
desaprego-me de mim mesma por uns 3 segundos e quando volto, me sinto viva
o sentido é
.sensorial.
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