julgam as más línguas,
elas não sentem o sabor
tendo pras insignificâncias
e por ora não existo
o mundo inteiro pisca
e sim, eu não existo
sou dos cantares sem nome
e de partida,
segredo de coração
que não se conta em qualquer esquina ou ouvido
essa-coisa-toda
mora onde onde não tem cabimento
talvez por sua grandeza
talvez por sua pequeneza,
sei não...
e eu que sinto tudo, tanto
que de tanto
já não cabe mais em mim
e admito calma,
eu nunca coube, enfim
.....
dói dar luz à uma frase assim.
mas isso não é sobre o fim
morro
pra tentar
reviver
e
ando
por e para
me encontrar
no caminho em que pulso