sábado, 25 de abril de 2015

respirei eu fundo

Parei pra me pensar
E pensei
!Meu deus, eu sou tão eu!
- Percebi num susto

Acho louco isso
De auto-conhecimento
É...
Loucura mesmo,

Sigo aprendendo
E

s
e
n
d
o

sexta-feira, 24 de abril de 2015

a verdade sobre meus cabelos (rs)

Gosto de contrariar a mim mesmo e rio sempre.
Sou taurina-pé no chão-com capricórnio na lua. Não gosto de mudança e geralmente permaneço inerte na minha linha de conforto.

Corto meu cabelo sem me pedir permissão, nem pensar (pra evitar negações). Chego de cabelo cortado e fico louca. Triste de saudade, eu me indago: por que?

Não sei não sei não sei
Não me vem com pergunta difícil
Essa hora da manhã

E as pessoas na rua perguntam:
Por que? por que?
Foi pela inovação?

Não sei não sei não sei
Não me vem com comício
Essa hora da manhã
.
Nem do novo eu gosto,
Vê se para de encosto.



Ufa, estou só
E sem comigo mesma.
E então
.
.
.
Por que?
Sei lá, tive vontade,
E fiz
Sem muitas intenções,
Na verdade
E se perdi as forças, se bateu saudade, se me confundi com a vaidade, se a mudança externa veio primeiro que a interna
Agora tanto faz
Como tanto fez
(E fiz!)

.......
Ôoo, vitóoooria
- oooi!
Foi meu ascendente em aquário
Com seu quê de revolucionário
Que fez isso!!!

(Ihhh, há cabuetas entre nós
....)

*cortei, me contrariei, mas não me arrependi e tenho achado até que gostei rs

terça-feira, 21 de abril de 2015

trecho de umas bordas



Mas observando
o degradê
dos novos sabores,
concordo com a incoerência
de tais paladares
em busca de contexto.

Nada muito complexo,
olha e vê.
Enxergar é mais profundo.
[...] dobremos então ao horizonte,
onde o caminho se faz
não do que se esconde,
mas do que é ponte
e
po
en
te

(e está lá só quando, mas sempre, e sabe de si por se fazer [de] presente)

domingo, 19 de abril de 2015

e acho lindas as flores que nascem par'além de mim

Cada tiro que me dás
É como vida que me inseres
Vem, mata-me mais
Diz no meu ouvido
Que acredita em tudo que duvido
E que eu
Só sirvo como enfeite
De seres

Atira-me toda
Num tiro que me tire
Dessa capacidade de existir
Em tiras
Como se ir
Fosse um processo gradual
E lento

Rasga-me as pálpebras,
Abre-me os olhos,
E grita até que eu veja
Que o vento
É mais carinhoso
Quando a gente assume:
Seja

O que une
O que engoda
O que embaraça
O que aninha
O que na construção
Ou desconstrução
.,.

voa

quinta-feira, 16 de abril de 2015

orelhas abertas?

Linha
Reta
Torta
Desenrola no meio
Enroda na ponta
Pontos

Embaçado
E subconsciente
Me fazendo
Escrever
Errado
Ei
O que não
É
Necessário
E se faz
Presente
É ruim
Ou esperado?
.talvez
Os
Dois.
Dois
Como quem
Aprende
Só depois
O que
Já se era
Ponto

Seta segue
Enxergando
E pergunta
Qual a cor?
E entra
Na parte
Boa
Do ver

Já não ilinha
Tanto assim
O que é
Cortado
E
Penso
Estou ilhada?
Meu pensamento-pergunta
Não tem
Resposta
Porque os seres
Humanos
Naot costumam
Responder
Aos pensamentos
Que não são
Sonoramente
Questionados
Nem entendo
E
Perco informações
Importantes
(Mas também
Desnecessárias)
.queria.
Gosto da objetividade
Que não teme
E pisa
Com cuidado
Mas
Sou toda
Subjetivo
E lido
Com o paralelo
E vejo
O bom de
Ponto continuado
Nossa
Há tanto
Que falo
Há tanto
Que digo
Não precisa
Ou.vir
Se for
Por mera
Curiosidade
En.fim

terça-feira, 14 de abril de 2015

sem nome nem contexto

o que mora em mim é sempre incerto com exceção da calma que é minha fiel companheira de estrada e destino
não usarei pontuação perdão a quem me lê pela desordem e desalinho
é que tenho percebido um certo des
é que tenho esquecido das sensações de um certo estado que muito por mim é esperado  mas que no minuto seguinte em que se passa já não lembro e tento tento tento e nada me vem a cabeça porque minha memória é curta e a vida tem dessas de fazer esquecer pra se querer relembrar e
isso aí coisas do tipo
eu tô tranquila porque há sempre algo que me diz pra acreditar e acredito

já vou porque tenho muito a ouvir dos que me cercam esses me gritam agora então vou embora
tchau

o que mora em mim é feito da mesma matéria prima que a rima
sou o que não é pra ser e por não ser já é

sexta-feira, 10 de abril de 2015

mais mais mais

Por que tenho que ir "até", se me interessa ir além?

Prisões invisíveis me cercam e limitam. Não temo o fim nem o sim, mas deixo de remar sempre que escuto 'enfim'.
????
Não há sentido.
Mas
sigo
indo,
horizontalmente, já que gosto do que não acaba quando termina. E mudo sempre as rotas pra não me confundir com a rotina.
(Espaço de tempo para respirações encorajadoras e profundas)
...
Piso firme
Pisco leve
Na vida não há o que não foi
Há o que há
E só
.
E o que há
Me prepara pro que
L.inda será

.filme passa em minha cabeça-nuvem, assisto e sorrio.
É bom ser poesia.

Adeus.
Além


quarta-feira, 8 de abril de 2015

para o futuro que pressinto

Quando chamo
Vem de quem não.

Escuto o eco. Ouvido para fora, de onde todas as bocas falam. E rio. E r.indo encontro o que não é bom para o círculo, mas para mim, sim. O que grito, ela me dá. O que silencio, ela me presenteia com o ser enquanto. Nem depois, nem antes. Respostas que o mundo dá, e vem primeiro que as perguntas, mas que as vezes entala a garganta e os calos, vários, precisam assobiar ardor até que se saiba o que quer.
Hoje me choveu minúsculos beijinhos do céu, e chorei, outros tantos beijinhos como um ato recíproco para com o mundo. É importante se colocar no lugar do mundo, vez em quando. Entender do que pesa e do que voa. As órbitas estão presas além da vista, além da vida e das visitas, então ainda me questiono por onde anda a autonomia... Acabei de me responder enquanto escrevia... rs... Ta aqui.
O bom o bem o mau o mal o sal a sau.
Dade
Suas novidades e o que me cerca e me traz o gosto de.
No papel meus pensamentos são incompletos, na cabeça não.
 é que no papel ele pode ser o que quiser. Eu não posso querer ser por todos, sou por mim, dentro, e só. deixo ser.
Vento passa por entre cabelos bem cortados e me diz do que não quero ouvir, mas ouço. Cabelos meus, embaraçados e ilinhados em linhas subjetivas e significativas, contam do que sabem e confirmam que confiam no fio. Não me oponho.

Bom, cheguei e vou descer.
Até

*viagem do 13 de maio

segunda-feira, 6 de abril de 2015

calor

Estava aberto, e não entrei.

Quão difícil é o não-entrar
Onde muito já foi querido
E
Por.tanto
Con.vida.tivo?

Nem bom, nem mau
Mas
''Mas"

Retorno, não materialmente,
E des.vio
Mas vejo
O rio
E sem o outro lado
Parado


Mas cheia de cor
Lembro sempre
Que, sem por favor
Ela responde e assente


.Sóis