Mas observando
o degradê
dos novos sabores,
concordo com a incoerência
de tais paladares
em busca de contexto.
Nada muito complexo,
olha e vê.
Enxergar é mais profundo.
[...] dobremos então ao horizonte,
onde o caminho se faz
não do que se esconde,
mas do que é ponte
e
po
en
te
(e está lá só quando, mas sempre, e sabe de si por se fazer [de] presente)
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