quarta-feira, 8 de abril de 2015

para o futuro que pressinto

Quando chamo
Vem de quem não.

Escuto o eco. Ouvido para fora, de onde todas as bocas falam. E rio. E r.indo encontro o que não é bom para o círculo, mas para mim, sim. O que grito, ela me dá. O que silencio, ela me presenteia com o ser enquanto. Nem depois, nem antes. Respostas que o mundo dá, e vem primeiro que as perguntas, mas que as vezes entala a garganta e os calos, vários, precisam assobiar ardor até que se saiba o que quer.
Hoje me choveu minúsculos beijinhos do céu, e chorei, outros tantos beijinhos como um ato recíproco para com o mundo. É importante se colocar no lugar do mundo, vez em quando. Entender do que pesa e do que voa. As órbitas estão presas além da vista, além da vida e das visitas, então ainda me questiono por onde anda a autonomia... Acabei de me responder enquanto escrevia... rs... Ta aqui.
O bom o bem o mau o mal o sal a sau.
Dade
Suas novidades e o que me cerca e me traz o gosto de.
No papel meus pensamentos são incompletos, na cabeça não.
 é que no papel ele pode ser o que quiser. Eu não posso querer ser por todos, sou por mim, dentro, e só. deixo ser.
Vento passa por entre cabelos bem cortados e me diz do que não quero ouvir, mas ouço. Cabelos meus, embaraçados e ilinhados em linhas subjetivas e significativas, contam do que sabem e confirmam que confiam no fio. Não me oponho.

Bom, cheguei e vou descer.
Até

*viagem do 13 de maio

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