os pés quando abrem mão dos significados, dobram a esquina como quem nem olha pros lados.
pisca aqui, ainda, nossa vontade de ser coisa viva por dentro. a casca já não sabe de si, e vive de vagar por aí.
rapidamente tento me prontificar de que o sabor estabelecido é sim o que procuro;
mas não encontro sentido, nem direção.
perdoe-me a falta de tato.
mas como não tropeçar nesse emaranhado de fatos? meus cabelos cortados, agora podem respirar.
sim, eu já tenho asas!
e tenho aprendido a ser ar.
.
.
.
ei,
...
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