respira o ato ou é a intenção?
há muito céu. há muito chão.
e coça essas inverdades todas, ditas sob e sobre meu peito inquieto, se fingindo real.
não há mais espaço aqui pra tais superficialidades que falam, mas não dizem. eu quero a cor e o resto me é mudo.
todo esse descuidado que persegue e cega os dias ensolarados não deveria mais me murchar.......
as flores com seus espinhos não tem culpa de. (me-dito)
bate o vento solto, leve, dançando por mim.
e sorrindo mudo meu ponto de vista habitual pra não cair de novo na ideia de me prender ao que voa.
.quero é beber gás, observar o passo lento dos dias insones e curtir a brisa louca das madrugadas insanas. tudo na paz, tudo no traz
do mundo.
e já pressinto:
!viva! o inusitado
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