asa de cobra
a dureza da palavra junto à maciez de toda coisa inventada
terça-feira, 24 de novembro de 2015
...
Eu sou o fio pendurado no poste. Eu sou a rachadura na parede do viaduto. Eu sou A cruz que pesa nas costas. Eu sou a hora errada do relógio.
Perdão.
.mas não sei onde é o meu lugar.
E nem o do ponto,
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário