seria ilusão de ótica, a vida, ou tenho, eu, essa imaginação fértil demais que me faz acreditar em viagens irreais?
acho bonito o choro, o riso, o desabrochar e despetalar.
a lua cheia faz a gente delirar, num é? é essa luz toda que lumina de sim e ilumina todo não, me deixa assim, confusa. perco os caminhos, erro os cálculos.
passo o dia por esperar abarcar nos braços os seres de energia singular dos quais eu compartilho a existência.
meu tão gasto amor, me deu hoje à noite, o melhor presente que eu poderia ganhar
um abraço apertado com tanta verdade
que saí de lá voando com o coração tranquilo e a recíproca foi de uma veracidade que... inefável
como sempre.
há de se sair pelo mundo espalhando olhos nos olhos. nas minhas ilusões do que é racionalidade, talvez eu esteja completamente enganada, mas a despeito de todos os -ão, só me entrego ao coração
então
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