Ando pelo meio da lua
Olho pro meio da rua
E não me comove
O concreto sonhado ontem
(Mas ei, olha lá!)
Nessa viagem
De sonhar com o que ainda vive
E não desejar o já morto,
Vento vem,
E é de um torto
Que me entorta a alma,
...
Me encontro!
Todavia, me sinto o sim
Navegando entre toda negação
Mas não há porquê se espantar
Há sim de se ter mais coração.
E
Eu já sabia
Tudo aquilo que via
Não era miragem
Tampouco alucinação
O que luzia,
Ah... lua,
O que luzia
Era um ser-solar
com.paixão
Nenhum comentário:
Postar um comentário