de lápis, mas firme do que redijo.
meu corpo, casa do que faço de morada
- onde crio o que me cria -,
eu medito
dos cílios ao infinito
...e, mas cara...
nem sei ó
rs
continuo o fio,
confio.
{dos -agem, a coragem}
~~~~~~~~ trans.lúcido
*viagem, a lápis, de volta pra casa no habitual 13 de maio
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
ja nela entre aberta
transpasso o passatempo do vento,
embaço minhas retinas fadigadas pelo tempo
que vejo pelo relógio e se mostra lento lento lento mas não para, lembra:
"passos de tartaruga, mas ainda assim, passos"?
relembro sim
me perdi
controlo os olhos e foco, a contramão não é um caminho tão ruim assim. quem é que inventa as mãos duplas? pois eu as procuro e as quero.
troco o sentido de uma frase e me sinto plena. embaralho pensamentos e visto todas as carapuças que me cabem. não me importo com o que nem sempre me aporta. sempre preferi janelas à portas. liberto-me dos achares externos, não me interessam, quero a cor.
não sei mais escrever, sendo assim, já não finalizo
e continuo
domingo, 8 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
varal
e se eu quiser suportar da dor de abrir minhas próprias feridas?
não quero me estender tanto
faz calor aqui
e já não há pranto
pra secar
não escuta o que digo
quando deixo de falar
não escuta o que digo
quando acabo por falar
não me escuta
não me escuta
não me cala
não me fala
não me veja
não me seja
mas me leia
por favor
é que eu não existo
e boa parte do que escrevo
é mentira
mas por favor
não duvide
quando conto com toda certeza de tudo que nunca vi nem ouvi. sim, eu não sei sobre o que escrevo. sou vivendo. me aceito sendo. ...é que sob meus pés, o chão pisa firme, e agradeço. raiz. mas eu vou. vôo.
olho pras partidas
e sorrio.
das belezas,
abro minhas feridas
e planto minhas cores.
me respira.
sábado, 31 de janeiro de 2015
parte do mesmo
Porque não há estranhamento
Nem explicação
Um sentimento de pertencente
Sem qualquer possessão
Não sei
Palavras não cabem
E nem quero que caibam
Quero inspirar(-me) fundo
E conseguir ouvir do mundo
Sobre aquilo tudo que existe
Das pedras que resistem
No chão
Às borboletas que voam
Lindas e leves
No céu azul anil
...
Paro por aqui
Pra não me resumir
!
"O que escrevo continua."
"Minha alma é prolixa, mas faço o uso de poucas palavras."
o coração sabe o caminho
Em tempos de ódio e desamor, eu procuro aquela borboleta entre os carros ou algum ser se equilibrando nos meios fios ou um sorriso leve em pleno meio dia ou o silenciar em meio a gritaria.
O mundo faz questão de anunciar seus objetivos. E me perco. É que eu sou tudo que é imaterial, subjetivo.
Os valores mundanos e e socialmente aceitos (pelo menos no meu ciclo atual de estrelas) não falam por mim. E quanto mais escuto a minha volta, mais penso nas pessoas que abrem a boca por mera funcionalidade...
Ihhh
Eu só desejo
Luz
Porque se o mundo tem fome de vazio e cresce oco a cada vez que come mais
Eu desejo
Luz
Pra que consigamos sempre re.lembrar:
Nós não, flores, nós não!
O mundo faz questão de anunciar seus objetivos. E me perco. É que eu sou tudo que é imaterial, subjetivo.
Os valores mundanos e e socialmente aceitos (pelo menos no meu ciclo atual de estrelas) não falam por mim. E quanto mais escuto a minha volta, mais penso nas pessoas que abrem a boca por mera funcionalidade...
Ihhh
Eu só desejo
Luz
Porque se o mundo tem fome de vazio e cresce oco a cada vez que come mais
Eu desejo
Luz
Pra que consigamos sempre re.lembrar:
Nós não, flores, nós não!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
fundo
Meu corpo grita e cala
Minha mente cala e grita
Entre o que é cadente
E o que é quente
Eu paro
Estrela passa
Faz o pedido
Fiz
Então agora me diz
Diz
Do que cai
E fica
no pensamento
Do que vai
E voa
de volta como lamento
Diz!
Fala!
Não
Não cala
Please...
É
Amanheceu
E
Eu sei
És a prova irrefutável de que estou viva
Mas isso não se prova
Não se jura
Não se cura
E nem há remédio
Porque ser
Já é
A jura
A cura
A prova
E o remédio
Dorme mente
Meus olhos já estão dormentes
De tanto despertar
Dorme
Dorme
Procura em teu sono
Qual é o sonho
que te faz acordar
E lembra dos acordos
Respira e cai
Respira e vai
Minha mente cala e grita
Entre o que é cadente
E o que é quente
Eu paro
Estrela passa
Faz o pedido
Fiz
Então agora me diz
Diz
Do que cai
E fica
no pensamento
Do que vai
E voa
de volta como lamento
Diz!
Fala!
Não
Não cala
Please...
É
Amanheceu
E
Eu sei
És a prova irrefutável de que estou viva
Mas isso não se prova
Não se jura
Não se cura
E nem há remédio
Porque ser
Já é
A jura
A cura
A prova
E o remédio
Dorme mente
Meus olhos já estão dormentes
De tanto despertar
Dorme
Dorme
Procura em teu sono
Qual é o sonho
que te faz acordar
E lembra dos acordos
Respira e cai
Respira e vai
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