sábado, 31 de janeiro de 2015

parte do mesmo



Porque não há estranhamento
Nem explicação
Um sentimento de pertencente
Sem qualquer possessão
Não sei
Palavras não cabem
E nem quero que caibam

Quero inspirar(-me) fundo
E conseguir ouvir do mundo
Sobre aquilo tudo que existe
Das pedras que resistem
No chão
Às borboletas que voam
Lindas e leves
No céu azul anil
...

Paro por aqui
Pra não me resumir
!




"O que escrevo continua."
"Minha alma é prolixa, mas faço o uso de poucas palavras."

2 comentários:

  1. vitória, além de já ser maravilhosa tu ainda escreve coisas maravilhosas :')

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    Respostas
    1. a poesia tá nos olhos de quem vê.
      e só.
      no mais, maravilhosa é tu!

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