terça-feira, 6 de janeiro de 2015

descontexto

quando anoitece
há sempre uma estrela
que me tece
as maiores viagens.

olho,
encaro,
e não enxergo,
.vejo

na rua, na janela, na lua, nela ou na tua

despida,
e leve de todo e qualquer peso.
nua.

.observo o eixo das órbitas habituais
e não excluo a presença
das infinitas verdades
que abarcam nossa existência
.
luz

e então sei
eu moro onde não tem cabimento
"sim, já é outra viagem...."

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