E por gostar de fugir do padrão das cores, me desconstruo pra tornar aquilo que essencialmente sou.
{Acolho em mim toda forma de dor e amor}
É azul observar os corpos nus dos medos meus e já não os temo.
Sintomaticamente falando, a disritmia existe e sabe, e se torna bela por morar na casa que tudo cria:
a poesia.
.
.
.
!coragem! coragem!
Dobro a esquina e já não estou mais no mesmo lugar.
Proponho então um brinde ao que não devasta na novidade aquilo que somos
!
Luz luz luz
A(s)cender-me-
ei.
(se é vitória que você quer, então brinda!)

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