.o pleonasmo e a prolixidade inerentes às minhas palavras não conseguem chegar até onde se deseja a alma.
tem calma!
um dia desse eu nasci de novo. nem sei direito como foi, doeu, doeu, doeu, como dor de parto, até que um dia eu pisquei e uh, nasci. foi assim.
mas não é isso ainda.
passar o dia pensando em impossibilidades faz a gente querer escrever sobre o cheiro da cor laranja e a textura sentida pelas mãos quando o coração fica todo arrepiado.
parece piada acordar no meio da madrugada sentindo a dor de existir e querer, ainda assim, fugir pra algum lugar que não aqui, apenas com a vontade de.... existir. embora não seja esse o contexto dos dias e noites a se seguir.
em transição solar os dias caminham para um tempo de..... cor de degradê.
nascer me fez lembrar dos sabores novos que preciso provar.
a noite-informação me faz delirar em viagens tortas. minha língua, nem saliva. prefiro ainda a lentidão lunar, entre suspiros e cócegas astrais.
mas
eu sou a hora errada do relógio
e isso há de ser compreendido!!!
não que eu não goste, rs, é que.... há também os empecilhos de não poder ser parede concreta meio a cidade cinza.....
será???
bem, desconfio.
intenções etílicas respirando junto ao exótico movimento que é voar com os cílios e também dançar entre piscadas eróticas e subliminares
me deixam a pensar
difícil a frase
acho que já vou
respiro
dou tchau
e olho pra trás
(nada dito
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