O mar a nos amolecer. O sol a nos lembrar. A areia a nos invadir. O vento a nos acarinhar. A ponte a nos pular. O pulo a nos respirar. A onda a nos cuspir. E eu a meditar
Quando o mar nos dissolver, como reconheceremos a chegada do fim? Há de haver uma luz, uma cor, um cheiro que nos indique a saideira ou é um processo puramente instintivo?
Ainda afetado pelas fugas de outrora, meu coração selvagem, corajoso, não teme as possibilidades e se propõe ainda à todas as impossibilidades
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