o gosto de cigarro não sai de minha boca. volto pra casa pensando E se, por acaso, eu soubesse escrever em terceira pessoa? os pés dos pensamentos tropeçam e acabam por concluir que não chegarei lá. peço calma, sobretudo calma.
tive que ver, hoje, de novo, pra, na minha prepotência, entender. é sobre mim. pra, na minha insignificância, entender. isso tudo não tem nada a ver comigo, com eles, provável que sim. pra, na minha humanidade domesticada, entender. eu não entendi nada.
acho que é mais ou menos por aí. morno. meio termo. lua fora de curso.
MAS É LUA CHEIA, PORRA!
no fim da noite deito sozinha e é bom. não tenho medo de ser sozinha, me digo várias vezes ao dia.
a cidade grande me faz ir dormir com esse gosto de cigarro na boca. calma!
preciso ser sincera contigo e acho que não vou conseguir. não com palavras. mas quero ainda ter a oportunidade de.
desculpa.
sou imensamente grata.
te amo
de forma livre e orgânica.
às vezes, desejo às outras pessoas o que acho que as ajudaria no processo. ainda que muitas vezes nada tenha a ver comigo. ando na rua desejando a desconhecidas
coragem, vontade, luz, vida, piscadas astrais, afetos, animo..... enfim
e aí que rolou de hoje, desejar a ti, de forma arrogante(?), lucidez. pensei baixinho, como quem relembra segredos.
me perguntei, no auge da prepotência, se Aquilo Lá foi pra não me esquecer ou foi pra se lembrar? kkk
o negócio é que, depois percebi que não cabe a mim esse lance de te desejar o que maybe fosse bom pra mim.
alivei o peso que trazia nas costas depois dessa frase.
e memorei as ocasiões em que estive equivocadíssima a respeito dos caminhos que estão paralém de mim, que passado um tempo, olho de longe e, sinceramente, acho até bonito.
me conforto.
estamos nos caminhos certos.
sigamosssx
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